Separação acaba em assassinato
Motivado por ciúmes, ex-marido teria assassinado enfermeira com dois tiros na madrugada de ontem na rua Guarani
Um quadro de Nossa Senhora na parede, flores de plástico, um Buda de porcelana vermelho e um cinzeiro cheio sobre a mesa retratavam uma vida de muitas crenças, simplicidade e romantismo. Foi ao som de “melodias inesquecíveis” tocando em um aparelho portátil que a polícia encontrou morta aparentemente vítima de um ciúme obsessivo, a enfermeira Maria Dolores Prata, 34 anos.
O crime ocorreu no centro de Belo Horizonte, na rua Guarani há três quarteirões do mercado central. A polícia acredita que a enfermeira, morta com dois tiros, foi assassinada por seu ex-marido João Palmeira, 23 anos, desempregado. Maria Dolores Prata foi encontrada morta no antigo apartamento do casal que há dois meses havia se separado. Após a separação, João Palmeira, inconformado com o fim do relacionamento, teria executado Dolores.
Passional
Segundo Daniele Maria, amiga de Dolores, o suspeito vinha ameaçando a enfermeira há algumas semanas, porém a vítima não teria feito qualquer denúncia à polícia. Felipe Pedrosa, estudante de direito, vizinho de Maria Dolores, foi quem chamou a polícia após ter ouvido tiros vindo do apartamento da enfermeira. Felipe disse ainda ter visto o suposto assassino saindo às pressas do edifício.
Após chegar ao local do crime a polícia saiu em seguida pela região em busca do assassino. Foi no bar Vaga-Lume, muito freqüentado por traficantes e travestis, que a polícia prendeu João Palmeira minutos após o assassinato. A suposta arma do crime teria sido encontrada pela polícia atrás da descarga sanitária do bar.
Para o Sargento Paulo Xavier, do 23º BPM, existe a possibilidade do crime ter sido passional, já que pelo que tudo indica, Maria Dolores esteve sob companhia de seu atual namorado antes do assassinato, o que pode indicar que o suposto assassino tenha esperado para cometer o crime. Os reais motivos do crime ainda serão investigados pela polícia.
Motivado por ciúmes, ex-marido teria assassinado enfermeira com dois tiros na madrugada de ontem na rua Guarani
Um quadro de Nossa Senhora na parede, flores de plástico, um Buda de porcelana vermelho e um cinzeiro cheio sobre a mesa retratavam uma vida de muitas crenças, simplicidade e romantismo. Foi ao som de “melodias inesquecíveis” tocando em um aparelho portátil que a polícia encontrou morta aparentemente vítima de um ciúme obsessivo, a enfermeira Maria Dolores Prata, 34 anos.
O crime ocorreu no centro de Belo Horizonte, na rua Guarani há três quarteirões do mercado central. A polícia acredita que a enfermeira, morta com dois tiros, foi assassinada por seu ex-marido João Palmeira, 23 anos, desempregado. Maria Dolores Prata foi encontrada morta no antigo apartamento do casal que há dois meses havia se separado. Após a separação, João Palmeira, inconformado com o fim do relacionamento, teria executado Dolores.
Passional
Segundo Daniele Maria, amiga de Dolores, o suspeito vinha ameaçando a enfermeira há algumas semanas, porém a vítima não teria feito qualquer denúncia à polícia. Felipe Pedrosa, estudante de direito, vizinho de Maria Dolores, foi quem chamou a polícia após ter ouvido tiros vindo do apartamento da enfermeira. Felipe disse ainda ter visto o suposto assassino saindo às pressas do edifício.
Após chegar ao local do crime a polícia saiu em seguida pela região em busca do assassino. Foi no bar Vaga-Lume, muito freqüentado por traficantes e travestis, que a polícia prendeu João Palmeira minutos após o assassinato. A suposta arma do crime teria sido encontrada pela polícia atrás da descarga sanitária do bar.
Para o Sargento Paulo Xavier, do 23º BPM, existe a possibilidade do crime ter sido passional, já que pelo que tudo indica, Maria Dolores esteve sob companhia de seu atual namorado antes do assassinato, o que pode indicar que o suposto assassino tenha esperado para cometer o crime. Os reais motivos do crime ainda serão investigados pela polícia.
Esta matéria é um trabalho para a faculdade de jornalismo, seus dados, fontes e apurações foram passados pelo professor. Matéria de Júlia de Andrade.