Mulher moderna não é homem nem Amélia
Entre o trabalho e os filhos, mulher moderna se divide pela necessidade do emprego e a atenção aos filhos
Mãe, trabalhadora e estudante. É esse o perfil da mulher moderna, que vem estreitando cada vez mais a igualdade com o público masculino. Maria Tereza Vilano de Souza é um exemplo que retrata bem o cotidiano corrido e as dificuldades encontradas nessa rotina multitarefas que a mulher possui atualmente. Casada e mãe de dois filhos pequenos, Maria Tereza, 32 anos, trabalha em período integral em uma indústria de disco de tacógrafo e a noite cursa economia no Centro Universitário Newton Paiva.
Apesar de considerar o trabalho como uma necessidade financeira, Maria Tereza acredita também que o fato da mulher se dedicar em período integral a outros tipos de atividades pode ter “prós e contras”. Para ela, trabalhar é fundamental não apenas pelo acréscimo na renda familiar, mas também por aumentar conhecimento e aprendizado. A estudante, porém, lamenta a falta de tempo para se dedicar à família: “No final, nos dedicamos tanto ao trabalho e ao estudo que perdemos momentos importantes na vida dos filhos. Crianças se desenvolvem muito rápido e às vezes perdemos coisas irrecuperáveis”.
Após a formatura, que está prevista para o segundo semestre de 2010, Maria Tereza pretende seguir com sua vida acadêmica, iniciando um novo curso ou dando segmento à área de economia. Para ela os filhos são importantes, mas as exigências do mercado de trabalho atualmente não nos permitem parar. Mesmo pesarosa pela ausência com os filhos, Maria Tereza considera uma vitória a mulher ocupar cargos semelhantes ou superiores aos homens atualmente. Questionada sobre a velha história da “Amélia” – mulher inteiramente dedicada aos filhos e a casa – Maria Tereza diz que toda mulher, mesmo inserida no mercado de trabalho, nunca abandona seu lugar e suas tarefas no lar: “A mulher tem provado que consegue trabalhar, estudar, e ainda ter tempo para arrumar uma coisa aqui e outra ali quando chega em casa. É lógico que a dedicação não é a mesma, mas o papel feminino, mesmo que ausente, nunca deixará de existir”, finaliza.
Entre o trabalho e os filhos, mulher moderna se divide pela necessidade do emprego e a atenção aos filhos
Mãe, trabalhadora e estudante. É esse o perfil da mulher moderna, que vem estreitando cada vez mais a igualdade com o público masculino. Maria Tereza Vilano de Souza é um exemplo que retrata bem o cotidiano corrido e as dificuldades encontradas nessa rotina multitarefas que a mulher possui atualmente. Casada e mãe de dois filhos pequenos, Maria Tereza, 32 anos, trabalha em período integral em uma indústria de disco de tacógrafo e a noite cursa economia no Centro Universitário Newton Paiva.
Apesar de considerar o trabalho como uma necessidade financeira, Maria Tereza acredita também que o fato da mulher se dedicar em período integral a outros tipos de atividades pode ter “prós e contras”. Para ela, trabalhar é fundamental não apenas pelo acréscimo na renda familiar, mas também por aumentar conhecimento e aprendizado. A estudante, porém, lamenta a falta de tempo para se dedicar à família: “No final, nos dedicamos tanto ao trabalho e ao estudo que perdemos momentos importantes na vida dos filhos. Crianças se desenvolvem muito rápido e às vezes perdemos coisas irrecuperáveis”.
Após a formatura, que está prevista para o segundo semestre de 2010, Maria Tereza pretende seguir com sua vida acadêmica, iniciando um novo curso ou dando segmento à área de economia. Para ela os filhos são importantes, mas as exigências do mercado de trabalho atualmente não nos permitem parar. Mesmo pesarosa pela ausência com os filhos, Maria Tereza considera uma vitória a mulher ocupar cargos semelhantes ou superiores aos homens atualmente. Questionada sobre a velha história da “Amélia” – mulher inteiramente dedicada aos filhos e a casa – Maria Tereza diz que toda mulher, mesmo inserida no mercado de trabalho, nunca abandona seu lugar e suas tarefas no lar: “A mulher tem provado que consegue trabalhar, estudar, e ainda ter tempo para arrumar uma coisa aqui e outra ali quando chega em casa. É lógico que a dedicação não é a mesma, mas o papel feminino, mesmo que ausente, nunca deixará de existir”, finaliza.
Esta matéria é um trabalho para a faculdade de jornalismo, porém seus dados, fontes e apurações são reais. Matéria de Júlia de Andrade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário